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Já está nas livrarias o terceiro colume da coleção Contos com Nível.





Contos com Nível é uma coleção de cinco livros de histórias originais, escritas em função de diferentes graus de dificuldade/níveis de proficiência (do A2 ao C2), às quais se segue uma série de exercícios com soluções no final. Contos com Nível junta o prazer da leitura à aprendizagem intencional do vocabulário e gramática. Além disso, cada volume está organizado de modo a que tanto possa ser usado em sala de aula, como ser lido autonomamente, enquanto obra de leitura extensiva. Cada conto dá uma panorâmica do modo de viver e de pensar dos portugueses, com muitas situações caricatas pelo meio.
Contos com Nível - B1, Ana Sousa Martins, Ed. Lidel

Já saiu o terceiro volume da coleção Contos com Nível. Desta vez para o nível B1. Trata-se de contos originais calibrados propositadamente para alunos com esta proficiência. A leitura extensiva numa L2 é um dos mecanismos mais eficazes e simultaneamente mais agradáveis de avançar no conhecimento da língua.




https://www.lidel.pt/pt/catalogo/portugues-europeu-lingua-estrangeira/exercicios/contos-com-nivel-b1/

As autoestradas em Portugal

(exercício de escrita de Ulrich Kuhlendahl)

As autoestradas em Portugal são ótimas em alguns aspectos. Quase ninguém anda nessas vias e, em comparaçåo com as autoestradas na Alemanha, onde muitos carros andam durante todo o dia e há muitas vezes engarrafamentos, pode-se viajar descansado. A tecnologia para o pagamento de portagens nas novas autoestradas é muito avançada e muito confortável para os condutores, porque não é necessário interromper a viagem para pagar a portagem.
A tecnologia das portagens é,  assim, muito moderna, pois eles podem registar as placas de matrícula de todos os carros que passam. Para os portugueses é fácil pagar a portagem. Eles vão aos correios, indicam as matrículas deles e pagam.
Mas, para os automobilistas estrangeiros, o método para pagar está organizado de modo a, parece, todas as ideias feitas sobre a incapacidade dos funcionários poderem ser confirmadas.
Não posso compreender porque é que os automobilistas estrangeiros não podem pagar da mesma maneira que os portugueses. E quando, finalmente (mas sempre tarde de mais), os automobilistas estrangeiros descobrem a maneira complicada que há de pagar portagens quando viajam pela autoestrada, eles são confrontados com multas, que são completamente desproporcionadas. A consequência é que eles não pagam nada a posteriori e de futuro evitam viajar nas autoestradas. Ou continuam a usar as autoestradas sem pagar.
Dupla perda!
Talvez pudessem melhorar o sistema das portagens de modo a:
1. prolongar o período para pagar a portagem para todos os automobilistas;
2. anular as multas exorbitantes e substitui-las por juros, que é o procedimento habitual, no caso de admoestações;
3. dar aos estrangeiros a possibilidade de pagamento como é dada aos portugueses (pagar nos Correios);
4. estabelecer um método simples para pagar via Internet, disponível para todos os clientes (portugueses e estrangeiros).


Alguns livros que não valem a pena ser lidos

(trabalho de escrita de Markus Schmid, aluno da Ciberescola, nível avançado, a 9/92/2014).

A minha viagem a través da literatura lusa foi, e está sendo, um enriquecimento enorme, descobri muitos autores, muitos livros que ampliaram o meu horizonte, que me permitiram participar em histórias que tiveram lugar em países longínquos, em culturas diferentes da minha, países e culturas que,  sem esta leitura teriam ficado inacessíveis para mim. Mas também li alguns livros cuja leitura foi um esforço vão. Começo com as obras que não consegui ler até o fim:
Vasco Graça Moura, A Morte de Ninguém – Escolhi o livro porque alguém me disse que este autor era uma figura importante da literatura portuguesa. Li a metade do livro e achei chatíssimo. Conta com um estilo pouco original e grandiloquente, uma história de uma mulher que deveria ser misteriosa (a história, e a mulher também) mas que não chegou a despertar o meu interesse. No fim, atirei com o livro a uma parede e não voltei a apanhá-lo até hoje. Mas na semana passada li que o autor em questão recebeu um prémio importante das mãos do Presidente da República. E no ato da entrega do prémio estavam presentes pessoas tão importantes como o Primeiro-Ministro Passos Coelho. Sinto-me um pouco sozinho e abandonado na minha opinião sobre Vasco Graça Moura. Será que estou errado?
Valter Hugo Mãe – O filho de Mil Homens – Deste livro li apenas três capítulos. O primeiro capítulo não achei tão mal assim. É a história de um senhor que não tem mulher nem filhos e que sente a falta de ser pai. Põe-se então a procurar um filho. Está escrito como um livros para crianças, o tom é um pouco condescendente.
O segundo capítulo trata de uma senhora anã, que vive numa aldeia, e todo o mundo tem pena dela, até que as senhoras do lugar descobrem que ela tem uma cama de matrimónio, uma cama não feita para o repouso de uma anã, mas uma cama para fazer filhos. E um dia, a senhora pequena realmente fica grávida, mas de quem? Vimos a saber que a anã teve relações sexuais com quase todos os maridos das senhoras protetoras dela. Neste capítulo, o autor demora muito nas fantasias das senhoras que imaginam o ato sexual entre a protagonista tão pequena com um senhor de tamanho normal. Descreve as anomalias anatómicas de uma maneira desalmada que me repugna.
            O terceiro capítulo trata de uma senhora que um dia desperta falando com um sotaque francês. Ai deixei a leitura, já que esta parte do texto tão esforçadamente fantástica não chegou a corrigir a impressão péssima que me deixaram as passagens anteriores do livro. Este autor também é muito galardoado e vende-se em Portugal. Parece que mais um vez não acertei com o meu julgamento.
Seguem os livros que infelizmente li até o fim:
Maria Teresa Loureira - Encontro no teu Olhar - A protagonista do romance, uma mulher jovem de 22 anos entra num café misterioso situado numa viela escondida da cidade onde mora. Ali, ela  começa a estudar as pessoas que lá se reuniam. A primeira vez que vai tomar a sua bica nessa cafetaria, entra ali voluntariamente, mas depois, a rapariga é levada como por uma voragem, ela esquece-se das obrigações da sua vida; ir ao café torna-se num ato compulsivo, vicioso. A menina entra nas vidas dos outros fregueses e participa nelas sem que estes tomem nota dela. A protagonista afasta-se sempre mais da sua vida real para se perder num enredo tal que já não é capaz de distinguir realidade e sonho. O resumo não soa mal, a história tem até um ar misterioso, borgiano. Mas durante a leitura, o mistério se faz-se vulgar, as histórias das pessoas do relato estão longe de ser originais e vivas, são rebuscadas, chatas e cheias de lugares comuns. Bem vistas as coisas, este romance não passa de ser uma palhaçada sem pés nem cabeça. Mas é muito provável que também desta vez esteja errado com a minha opinião já que, em 2011, Maria Teresa Loureira ganhou o Prémio Máxima Revelação com este livro.
Há ainda mais livros que li sem prazer, que preferiria não ter lido, por exemplo “Por detrás das Paredes” de Alexandra Quadros, “Foi Assim que Aconteceu” de Teresa Font e, aqui se trata talvez da culminação das besteiras literárias, “O Diário dos Infiéis” de João Morgado. Mas na mesma maneira que não é divertido ler livros maus, não é bonito escrever sobre eles. Por isso, no futuro vou concentrar-me nas experiências positivas que são maioritárias. A minha aventura portuguesa continua. Ainda há muitas obras metropolitanas, brasileiras e africanas por descobrir.


Ciberescola/Cibercursos - Online Courses of Portuguese - real-time sessions.
Idioms with the verb FAZER (to do):

Individual classes of Portuguese as Foreign Language

Ciberescola da Língua Portuguesa is offering online individual classes of Portuguese as Foreing Language (PFL) adressing all proficiency levels.

One month:
• 4 individual classes (1h hour per class) using Skype video call, in real time interaction sessions between the student and the teacher;
• 4 texts assigned as homework and corrected by the teacher; corrections are delivered to the student either in a Word document or in a Podcast file;
• Access to all exercises and class materials of the course (no textbook is needed);
• Fee: 80 euros (it includes VAT).
The student may pay for the number of months he wants (1 to 12 months). Courses are permanently open.
The goal of these courses is to develop reading, writing and oral skills, as well as vocabulary and grammar.
The activities planed for each month are:
• interactive exercises that the student completes at his own pace;
• writing exercises covering a wide range of topics;
• individual classes with the teacher to discuss the exercises and practise oral skills.
One-to-one sessions enable the teacher to create an individual study plan according to the student needs, purposes, age and mother tongue.
Tutoring schedules are arranged on an individual basis between the teacher and the students.
Technical requirements - learners must have:
• Broadband Internet
• Computer with webcam and microphone
• Skype and Flash Player installed in their computer
At the end of the course, learners will receive a certificate from Ciberescola stating their proficiency level.
 http://www.cibercursoslp.com/inscricoes.html